Clínica Pediátrica Pueritia

Comunicado

Como medida preventiva contra a transmissão de coronavírus, a Clínica Pediátrica Pueritia está atendendo presencialmente apenas casos imprescindíveis.

Seguimos trabalhando remotamente e prestando esclarecimentos via celular/WhatsApp. Por favor, contate‑nos exclusivamente neste período pelo número (11) 95698‑8076.

Agradecemos pela compreensão!

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pue.ri.tia

do latim pueritĭa,ae 'infância, meninice, puerícia'

Sobre a Clínica

Fundada em setembro de 2015, a Clínica Pediátrica Pueritia reúne oito médicos com especialidades focadas na Pediatria que oferecem um atendimento completo em um só local, no bairro da Vila Mariana, zona Sul de São Paulo. Ao mesmo tempo, os profissionais possibilitam uma visão ampliada da saúde da criança.

Os médicos da Pueritia foram residentes em serviços de referência. Por isso, atuam de forma harmônica e humanizada, com total confiança no desempenho de seus pares.

Seu maior objetivo é o acompanhamento da criança com excelência e a prevenção de doenças, papel da puericultura. A clínica atende desde o nascimento até os 18 anos completos – o período da infância e adolescência.

Diferenciais

1

A Pueritia apresenta uma nova ideia de clínica pediátrica. Formada por médicos atualizados e que atuam em diferentes subespecialidades, oferece atendimentos de qualidade, humanizados e com a conveniência de se ter diferentes áreas em um mesmo local.

2

Corpo clínico: formação, conhecimento e princípios. Na Pueritia, aplicam-se os muitos anos de estudo puramente para cuidar das crianças.

3

Há preocupação extrema com um atendimento de qualidade, dedicação, atenção, e cuidados ao paciente como um todo. Seus profissionais prezam por consultas com tempo suficiente para orientar adequadamente e tirar dúvidas.

4

Ter a tranquilidade de confiar no médico que cuida do seu “bem” mais precioso não tem preço. Além do conhecimento técnico, são profissionais apaixonados pelo cuidar das crianças e de seu desenvolvimento.

Conheça os Profissionais

Toque nos nomes para saber mais!

Equipe Pueritia

Dra. Daniela Amaral

CRM 148.083

Gastropediatria e Pediatria Geral

Blog
  • Finalizou o curso de Medicina na Faculdade de Medicina do ABC (2010)
  • Residência em Pediatria (2011-2013) na Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo (EPM/UNIFESP)
  • Residência em Gastropediatria (2013-2015) na mesma instituição
  • Desde 2015, é preceptora do ambulatório de Gastropediatria da UNIFESP

Dra. Daniella Verdade

CRM 148.221

Otorrinolaringologia Geral e Pediátrica

Blog
  • Formada médica em 2010 pela Faculdade de Medicina do ABC
  • Residência, de 2011 a 2014, em Otorrinolaringologia na mesma instituição
  • Título de especialista em Otorrinolaringologia pela Associação Médica Brasileira (AMB) e pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia (ABORL)
  • Em abril de 2014, foi observership em Otorrinopediatria no Rady Children’s Hospital, em San Diego, Estados Unidos
  • Possui fellowship em Otorrinolaringologia Pediátrica pela Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo (EPM/UNIFESP, 2015)

Dr. Eduardo Perrone

CRM 140.230

Genética Médica

Blog
  • Médico Graduado pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
  • Residência Médica em Genética Médica pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Título de especialista pela Sociedade Brasileira de Genética Médica (SBGM)
  • Mestrado em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Doutorando do Departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Médico Geneticista do Ambulatório de Genética Médica da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Coordenador do Programa de Residência em Genética Médica da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Consultor em Genética Médica do Laboratório DASA

Dra. Fernanda Takamatsu

CRM 139.059

Cirurgia Pediátrica

Blog
  • Formada em Medicina em 2009, pela Escola Paulista de Medicina (EPM/UNIFESP)
  • Residência em cirurgia geral (2010 – 2012), em cirurgia pediátrica (2012-2015) e em transplante hepático pediátrico (2015) na mesma instituição
  • É preceptora dos residentes de Cirurgia Pediátrica da Escola Paulista de Medicina (EPM/UNIFESP)

Dra. Ingrid Tremper

CRM 158.327

Cardiologia Pediátrica

Blog
  • Formou-se médica na Faculdade de Medicina Souza Marques (Rio de Janeiro/RJ), em 2010
  • Residência de Pediatria no Instituto de Pediatria e Puericultura Martagão Gesteira da Universidade Federal do Rio de Janeiro – IPPMG/ UFRJ, de 2011 a 2013
  • Residência de Cardiologia Pediátrica e Cardiopatias Congênitas do Adulto no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia – 2013 a 2015
  • Especialização em Ecocardiografia em Cardiopatias Congênitas e Adquiridas na Infância: do Feto ao Adulto, realizada de 2015 a 2017
  • Pós-graduação lato sensu em Ecocardiografia Fetal e Cardiologia Fetal do Instituto Lilian Lopes da Ecokid, de 2017 a 2018

Dr. João Ferro

CRM 145.562

Endocrinologia Pediátrica e Pediatria Geral

Blog
  • Título de médico pela Faculdade de Medicina de Marília (Famema), em 2010
  • Residência em Pediatria Geral (2011-2013) e em Endocrinologia Pediátrica (2014-2016) na Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo (EPM/UNIFESP)
  • Título de especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)
  • Estágio de Endocrinologia Pediátrica na Universidade de Cape Town (UCT), na África do Sul, e na Universidade Califórnia, em São Francisco (UCSF), Estados Unidos
  • Faz mestrado na disciplina de Endocrinologia na EPM/UNIFESP sobre uso de hormônio de crescimento em pacientes com Síndrome de Turner

Dra. Juliana Franco

CRM 156.488

Hematologia Pediátrica e Pediatria Geral

Blog
  • Formou-se em Medicina, em 2012, na Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo (EPM/UNIFESP)
  • Residência em Pediatria (2013-2015) na mesma instituição
  • Título de especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria (2015)
  • Fez residência em Hematologia e Hemoterapia Pediátrica (2015 a 2017)
  • Cumpriu observership no Children’s Hospital of Philadelphia, Filadélfia, Estados Unidos, em Pediatria, em fevereiro de 2015 e, em Hematologia, em setembro de 2016
  • Título de Hematologia e Hemoterapia Pediátrica pela ABHH (Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia), 2017

Dra. Marcelle Olivier

CRM 147.380

Nefrologia Pediátrica

Blog
  • Formada em Medicina (2010) pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)
  • Residência Médica em Pediatria (2011-2013) pela Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo (EPM/UNIFESP)
  • Título de especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria
  • Residência Médica em Nefrologia Pediátrica (2014-2016) pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
  • Título de especialista em Nefrologia Pediátrica pela Sociedade Brasileira de Nefrologia
  • Médica assistente da equipe de Nefrologia Pediátrica do Instituto da Criança / Hospital das Clínicas da USP

Dra. Márcia Fonseca

CRM 156.504

Pediatria Geral

Blog
  • Título em Medicina, em 2012, pela Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo (EPM/UNIFESP)
  • Residência em Pediatria (2013-2015) na mesma instituição
  • Pós-graduada em Emergências Pediátricas pelo Hospital Israelita Albert Einstein)
  • Título de especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria, 2017

Dra. Paula Brito

CRM 150.512

Endocrinologia Pediátrica e Pediatria Geral

Blog
  • Formou-se em Medicina, em 2011, pela Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo (EPM/UNIFESP)
  • Residência em Pediatria (2012-2014) na mesma instituição
  • Residência em Endocrinologia Pediátrica (2014-2016) no mesmo serviço

Serviços Prestados

Atendimento, acompanhamento, prevenção e tratamento em Pediatria Geral e suas especialidades. Conheça mais sobre cada área.

Cardiologia Pediátrica

Responsável por cuidar de crianças com mal formações congênitas do coração (defeitos que ocorrem durante a gestação, enquanto o bebê se forma), doenças adquiridas na infância (hipertensão arterial, dislipidemias, febre reumática, miocardiopatias e arritmias, entre outras) e dos adultos portadores de cardiopatias congênitas. 

O cardiologista pediátrico realiza avaliações de risco cirúrgico em crianças e liberação para atividades físicas, competitivas ou não. 

Cirurgia Pediátrica

Atendimento de crianças visando as patologias cirúrgicas como, por exemplo, fimose, hérnias inguinais e umbilicais, hidrocele, cirurgias videolaparoscopias e implante de cateter venoso.

Endocrinologia Pediátrica

O endocrinologista pediátrico é responsável por lidar com alterações de hormônios que ocorrem desde o nascimento até o início da vida adulta.

Os hormônios são substâncias produzidas por glândulas que afetam todo o restante do corpo promovendo crescimento, formação óssea, desenvolvimento dos caracteres sexuais, controle da glicemia e do metabolismo corporal.

Com o aumento da presença de alimentos industrializados no dia a dia das crianças, associado ao avanço de produtos tecnológicos que promovem o entretenimento de maneira sedentária, o número de crianças obesas e com dislipidemia (alteração de colesterol) é cada vez maior.

As principais patologias tratadas nessa área são:

  • Obesidade e alterações do colesterol;
  • Diabetes;
  • Alterações do funcionamento da tireoide (hipo/hipertireoidismo);
  • Baixa ou alta estatura;
  • Puberdade precoce ou atrasada;
  • Raquitismo

Tratando-se com um especialista, é possível preveni-las, e o acompanhamento é imprescindível para o diagnóstico precoce:

  • O hipotireoidismo congênito (desde o nascimento) é uma das principais causas tratáveis de retardo mental e deve ser identificado e tratado ainda nos primeiros dias de vida;
  • A baixa estatura e a puberdade precoce também devem ser identificadas o quanto antes, já que o timing do início do tratamento é essencial para seu sucesso;
  • Crianças obesas ou com história familiar de doenças cardiovasculares precoces devem ser submetidas a uma avaliação do metabolismo do colesterol, ainda antes dos 10 anos;
  • Há um tipo de diabetes específico das crianças (tipo 1), que também deve ter seu diagnóstico precoce, pelo seu potencial de gravidade e por interferir no crescimento e desenvolvimento

Gastropediatria

Cuida das doenças do trato gastrointestinal (esôfago, estômago, intestino delgado, cólon, reto e ânus). Trata de doenças como:

  • Refluxo gastroesofágico;
  • Constipação;
  • Diarreia;
  • Doença celíaca;
  • Doença inflamatória intestinal;
  • Alergia à proteína do leite de vaca;
  • Síndrome do intestino irritável;
  • Intolerância à lactose;
  • Dor abdominal.

Genética Médica

O médico geneticista investiga, acompanha e faz aconselhamento genético das principais doenças de origem genética no paciente e em sua família. Essas doenças podem se manifestar tanto na infância como em idade adulta. Seguem alguns exemplos de situações em que sugere-se consulta com o médico geneticista:

  • Crianças que apresentem alteração de neurodesenvolvimento e/ou autismo;
  • Crianças que apresentem Síndromes Genéticas já bem estabelecidas e conhecidas (exemplo: síndrome de Down);
  • Crianças que apresentem anomalias morfológicas ao nascimento (ex.: fenda palatina, cardiopatia congênita, microcefalia, ambiguidade genital);
  • Crianças que apresentem baixa estatura, sem causas endocrinológicas ou familiares evidentes;
  • Adolescentes com atraso puberal, quando afastadas causas endocrinológicas;
  • Indivíduos com histórico pessoal e/ou familial de perdas sensoriais (auditiva/visual);
  • Indivíduos com histórico pessoal e/ou familial de cânceres, principalmente em idade mais jovem que o habitual;
  • Casais com histórico de abortamento de repetição;
  • Indivíduos com histórico de doenças neurodegenerativas na família, principalmente de início em idade precoce.

Hematologia Pediátrica

A hematologia cuida das doenças do sangue, onde há três tipos de célula: as vermelhas (hemácias), que cuidam do transporte de oxigênio para os tecidos; as brancas (leucócitos), que combates as infecções e são parte do sistema imunológico; e as plaquetas, que fazem parte da coagulação (quando o indivíduo se corta, chegam as plaquetas para controlar o sangramento). Geralmente alguma dessas células está em pequena quantidade e isso causa o problema.

Existem doenças agudas e crônicas, que podem ser causadas por vírus, autoimunidade (quando o próprio corpo destrói suas células) ou alterações genéticas, entre outros.

As patologias mais comuns são:

  • Anemias – têm diversas causas e diferentes tratamentos para cada uma;
  • Plaquetopenia – quando as plaquetas estão em número reduzido e podem predispor a sangramentos;
  • Neutropenia – tem diversas origens e pode também causar infecções graves.

Nefrologia Pediátrica

O Nefrologista Pediatra trata de doenças e malformações dos rins e das vias urinárias, que ocorrem na infância e adolescência. Além disso, também é o especialista responsável pela investigação e tratamento da hipertensão na faixa etária pediátrica.   

O rim é um órgão que atua em diversas funções do nosso organismo, tais como a regulação de água e sais minerais, a eliminação de substâncias tóxicas, o controle da pressão arterial, a produção de Vitamina D e a formação do sangue e dos ossos. De forma geral, é o órgão responsável pelo delicado equilíbrio do nosso metabolismo. As vias urinárias, formadas pelo ureter, bexiga e uretra, são responsáveis pela condução e armazenamento da urina antes de ser eliminada.  

Diversas doenças e malformações podem afetar os rins e as vias urinárias – se não forem identificadas e adequadamente tratadas podem evoluir para a necessidade de diálise ou transplante renal. 

Principais doenças e malformações tratadas:
– Infecção urinária; 
– Cálculo renal; 
– Hipertensão arterial (pressão alta);
– Hidronefrose (dilatação da via urinária);
– Refluxo vésico-ureteral; 
– Enurese noturna (“xixi na cama”);
– Síndrome nefrítica / Síndrome nefrótica.

Otorrinolaringologia Geral e Pediátrica

Trata das doenças ou patologias dos ouvidos, nariz e seios da face, e garganta (faringe e laringe).

É indicada para problemas de:

  • Roncos noturnos e respiração oral;
  • Apneia do sono;
  • Amigdalites;
  • Otites;
  • Perda auditiva;
  • Rinite alérgica;
  • Rinossinusites;
  • Hipertrofia adenoideana;
  • Obstrução nasal;
  • Disfonias;
  • Estridor;
  • Corpo estranho de ouvido, nariz e laringe;
  • Tontura;
  • Zumbido.

Pediatria Geral

Cuida do crescimento, desenvolvimento (motor/intelectual/psicossocial), intercorrências, doenças da criança, vacinação e alimentação.

Dentre os principais cuidados, estão:

  • Aleitamento materno (instruções desde a gestação até o desmame);
  • Alimentação infantil (quando e quais alimentos introduzir);
  • Orientações para acidentes domésticos;
  • Orientações de prevenção, tratamento e acompanhamento das doenças comuns da infância (como gripes, viroses e outras);
  • Acompanhamento e orientações de questões gerais (desfralde, chupeta e sono);
  • Acompanhamento da puberdade e início da adolescência, suas crises e dúvidas.

O acompanhamento com um pediatra geral permite acompanhar a criança observando fatores ao longo do crescimento e desenvolvimento que podem determinar doenças. Portanto, consegue prevenir e diagnosticar precocemente patologias que necessitem de intervenção e tratamento.

Recomendações

Consulte sempre um pediatra! E, no dia a dia, acompanhe algumas informações importantes para o crescimento saudável de seu filho.

Alimentação

A alimentação das crianças é variada conforme a sua faixa etária, e a alimentação saudável deve ser seguida por toda a família, pois as crianças repetem os hábitos que observam nos adultos.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) disponibiliza o Manual de Orientação do Departamento de Nutrologia, que aborda a alimentação do lactente ao adolescente, a alimentação na escola, a alimentação voltada à prevenção de doenças e a segurança alimentar, entre outros tópicos.

Ainda, há o Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde.

Vacinação

Acompanhe o calendário de vacinação da Sociedade Brasileira de Pediatria, o mais completo disponível. É importante realizar desde as primeiras vacinas na maternidade até as da adolescência.

Crescimento e Desenvolvimento

O Ministério da Saúde disponibiliza uma tabela de crescimento e desenvolvimento, que ajuda pais e responsáveis a acompanhar as crianças e identificar possíveis desequilíbrios.

Ida ao Pronto-Socorro

A Sociedade Brasileira de Pediatria alerta: a ida indiscriminada ao pronto-socorro, em situações em que o correto seria a procura de um ambulatório, é um sério problema de saúde nos dias atuais.

“É preciso orientar as famílias para a importância da puericultura, que deve ser feita segundo calendário recomendado”, defende a entidade.

A busca pelo pronto atendimento deve ser feita em casos de:

  • Febre há mais de 72h;
  • Febre que não cessa com antitérmicos;
  • Letargia fora da febre;
  • Manchas pelo corpo;
  • Vômitos ou diarreia de difícil controle;
  • Redução da urina;
  • Convulsões;
  • E falta de ar ou dificuldade para respirar, entre outros.

Em outubro de 2016, a Revista Veja chamou a atenção para o assunto. A reportagem frisou que, muitas vezes, uma febre baixa de algumas horas, um resfriado, manchas na pele e choro, que poderiam ser analisados por um pediatra que conhece a criança, são motivos para uma corrida à urgência médica.

“Deixa-se de avaliar o crescimento, o desenvolvimento, as condições de vida de crianças e adolescentes, o esquema de vacina, a escola e o ambiente. Inúmeras oportunidades perdidas. Deixa-se de orientar a amamentação, a alimentação, o cuidado com a prevenção. Precisamos ter uma forma de orientar aos pais para a necessidade da consulta de rotina e lembrar que o pediatra é um clínico geral que conhece quase sempre a família do paciente”, diz o texto assinado pelo médico Mauro Fisberg.

Principais Dúvidas (FAQ)

Existem perguntas comuns a muitos pais, e reunimos algumas delas aqui. Mas lembre-se: este é apenas um guia inicial. Não deixe de procurar um pediatra para acompanhar adequadamente seu filho.

  1. Qual a importância de acompanhar o crescimento da criança e sua saúde?

    TODA. Pense na responsabilidade e na dificuldade em criar um novo ser humano. É na infância que tudo acontece, que tudo se define. É nela que você determina que tipo de adulto a criança será, como vai contribuir para o mundo e se relacionar com as pessoas. É preciso cuidar das crianças com competência, para que possam ter a melhor vida possível.

    É imprescindível permitir um acompanhamento e um amparo à criança (e principalmente à família) em todas as fases da vida. Preferências, comportamentos, prioridades, alimentação, interesses passam constantemente por mudanças a cada faixa etária. O acompanhamento do crescimento e da saúde da criança permite avaliar e diagnosticar precocemente situações patológicas e orientar/tratar da melhor maneira possível.

    O crescimento e o desenvolvimento de uma criança no mundo moderno exige um suporte biopsicossocial adequado. Além do suporte à saúde, ter um pediatra capacitado e de confiança irá auxiliar na construção de um indivíduo preparado para os desafios dos dias atuais.

    O crescimento não se limita à altura, peso e desenvolvimento cognitivo. Olha-se para a família como um todo, avaliando a construção de uma pessoa que seja útil para sociedade. Assim, é possível interferir em problemas, prevenir doenças e tratá-las quando necessário. Geralmente, o maior trabalho é orientação: introdução alimentar, como estimular a criança, quais escolas se encaixam mais em seu perfil, qual o melhor esporte para cada criança, etc.

    Crianças não devem ser encaradas como adultos em miniatura. O processo de crescimento e desenvolvimento é algo delicado, que passa por muitas fases, cada uma com suas peculiaridades. O acompanhamento regular com o pediatra permite a prevenção de diversos desvios desse crescimento e desenvolvimento normal, além de detectar precocemente possíveis patologias. A maioria das doenças na infância tem sintomas inespecíficos, por isso é necessário um olhar diferenciado para o diagnóstico e tratamento corretos. Além disso, qualquer patologia mais grave nessa fase da vida pode gerar graves consequências, se não tratadas, que o indivíduo levará para o resto da vida.

  2. Qual a importância de se manter as consultas com o mesmo pediatra?

    O não seguimento com o mesmo profissional é um grande erro, pois faz com que se perca o raciocínio sobre o paciente, o que pode levar a tratamentos equivocados ou repetidos. Há a necessidade de a criança ter o seu pediatra, sendo ele uma pessoa de confiança e a referência dos pais quando o paciente apresentar intercorrências.

    Acompanhar a criança com um mesmo médico permite criar um vínculo maior entre pais, médico e paciente, facilitando o exame clínico (a criança fica mais calma), o acompanhamento da evolução de uma doença e/ou tratamento e o diagnóstico precoce de doenças graves.

  3. Por que escolher a Pueritia?

    A Pueritia apresenta uma nova ideia de clínica pediátrica. Formada por médicos atualizados e que atuam em diferente subespecialidades, oferece atendimentos de qualidade, humanizados e com a conveniência de se ter diferentes áreas em um mesmo local.

    Corpo clínico: formação, conhecimento e princípios. Na Pueritia, aplicam-se os muitos anos de estudo puramente para cuidar das crianças.

    Há preocupação extrema com um atendimento de qualidade, dedicação, atenção, e cuidados ao paciente como um todo. Pelo bom atendimento, seus profissionais prezam por consultas com tempo para orientar adequadamente e tirar dúvidas.

    Ter a tranquilidade de confiar no médico que cuida do seu “bem” mais precioso não tem preço. Além do conhecimento técnico, são profissionais apaixonados pelo cuidar das crianças, e de seu desenvolvimento.

  4. Alergista ou dermatologista?

    Muitas doenças alérgicas atingem a pele e são manejadas pelo alergista, como urticária crônica e dermatite atópica. Mas o alergista não cuida de verrugas, por exemplo.

  5. Quem cuida de asma?

    Muitos pais acham que asma deve ser cuidada pelo pneumologista. Este pode avaliar a asma, mas a criança asmática é, na maioria das vezes, atópica e não apresenta só a asma, tendo rinite, dermatite atópica, conjuntivite alérgica ou alergia alimentar associada. O alergista sabe e consegue cuidar de tudo junto, focando diretamente na causa da doença, que é o sistema imunológico.

  6. Meu filho tem quadros de sibilância, necessitando usar frequentemente Aerolin ou Berotec. Isso é asma?

    Na maioria das vezes, sim. Se não, é um quadro precoce muito parecido que deve ser tratado do mesmo jeito. Os sintomas da asma podem ser completamente controlados e a criança consegue ter um vida normal.

  7. Pediatra ou ginecologista/urologista?

    Distúrbios menstruais ou da puberdade podem, sim, e devem ser tratados com endocrinologista pediátrico. Este tem uma abordagem focada no funcionamento do eixo hormonal que rege o sistema reprodutivo, enquanto o ginecologista e o urologista têm um enfoque mais anatômico/cirúrgico.

  8. Quando a baixa estatura pode significar um problema?

    Não se deve esperar até a adolescência/puberdade para investigar melhor a baixa estatura da criança; este é um erro comum e muito perigoso. Quando a criança começa a se afastar da curva de crescimento, se uma discrepância entre a sua estatura e a dos colegas/parentes da mesma idade chama atenção, deve-se olhar com mais cuidado para esse paciente.

  9. A obesidade é apenas tratada com medicamento?

    Não, e este é um engano muito comum. O tratamento do excesso de peso não é fácil, tanto para criança quanto para a família, e o acompanhamento com um profissional pode ajudar muito.

  10. O pediatra disse que meu filho tem um sopro no coração. Devo me preocupar?

    O sopro nada mais é do que um ruído produzido pelo turbilhonamento da passagem do sangue pelo coração e vaso sanguíneos, sendo que podemos ter: cardiopatias em que o sopro só aparece algumas semanas após o nascimento; cardiopatias graves, em que não há sopro; ou situações em que temos sopro sem doença cardíaca (sopro inocente) ou associado a outras condições hemodinâmicas da criança, como febre ou anemia.

  11. Devo me preocupar com dor no peito?

    Dor no peito é uma situação que preocupa bastante os pais; porém, em uma minoria dos casos, está associada à doença no coração em crianças. Ansiedade e cólica intestinal estão mais frequentemente associadas a essa queixa.

  12. Qual a diferença entre refluxo gastroesofágico fisiológico e doença do refluxo gastroesofágico?

    Até 12-18 meses de idade, é comum a criança ter refluxo (regurgitações, principalmente após as mamadas), pois o esfíncter esofagiano inferior (parte que separa o estômago do esôfago) ainda é imaturo e mais “frouxo”. Portanto, a qualquer pressão maior na barriga, o conteúdo do estômago pode “voltar”, causando a regurgitação. Não há necessidade de tratamento no caso dos lactentes que não tenham outros sintomas associados e crescem adequadamente.

    Porém, quando a doença do refluxo gastroesofágico está presente, significa que há algum prejuízo na saúde da criança – pode haver dificuldade de ganho de peso, irritabilidade, dor, queimação e vômitos, e de sintomas além do trato gastrointestinal mais ocasionalmente, como tosse crônica e otite de repetição. Esta doença deverá ser tratada com modificações nos hábitos alimentares, medidas posturais e medicamentos.

  13. Qual a diferença entre intolerância à lactose e alergia à proteína do leite de vaca?

    Essas são duas condições bastante diferentes; porém, muitas vezes, as pessoas as confundem.

    A alergia à proteína do leite de vaca, como já diz o nome, é uma alergia às proteínas: a caseína, alfa lactoalbumina e beta lactoglobulina. Existem basicamente dois mecanismos de alergia: o primeiro, uma reação mais imediata (IgE mediada), que leva ao surgimento de lesões de pele, inchaço de olhos, orelha, boca, dificuldade para respirar e até mesmo o choque anafilático quando o paciente entra em contato com estas proteínas. Já na outra forma (não IgE mediada), as manifestações ocorrem mais tardiamente e se apresentam basicamente com sintomas gastrointestinais, como diarreia com ou sem sangue, constipação, doença do refluxo gastresofágico, cólica e distensão abdominal. Eventualmente, ambas as formas podem ocorrer simultaneamente. A grande parte das crianças com alergia à proteína do leite de vaca não IgE mediada se cura espontaneamente após o primeiro ano de vida, enquanto nas IgE mediadas isso pode ocorrer um pouco mais tarde (por volta dos cinco anos) ou até mesmo persistir por toda a vida. O acompanhamento médico é essencial para guiar a alimentação e possível reintrodução do leite na dieta.

    A intolerância à lactose se refere à diminuição da enzima responsável por digerir o açúcar do leite – a lactose. Assim, quando um paciente intolerante ingere leite, ele sofrerá sintomas gastrointestinais apenas, como flatulência, distensão e dor abdominal, diarreia e vômitos. Entretanto, não terá sintomas sistêmicos (como lesões de pele ou inchaço dos olhos). Nestes casos, a simples retirada da lactose pode resolver. O pediatra pode ajudar a guiar a exclusão ou não destes alimentos conforme os sintomas de cada paciente.

  14. Doença hematológica pode virar câncer?

    Esse é o maior medo dos pais – que qualquer doença hematológica vire câncer (leucemia). Mas isso é bastante incomum. Existem poucas doenças hematológicas que podem evoluir para leucemia, mas a maioria não o faz. A maior parte das anemias, plaquetopenias ou neutropenias podem ser resolvidas ou se tornarem crônicas, mas sem evoluírem para câncer.

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